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Rodízio de Massa e Pizza
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Nascido na cidade de Milão, na Itália, Nino Sindona era daquelas crianças que não gostavam de comer muitas coisas, e detestava, entre elas, vários temperos, como vinagre, alho, pimentão, etc. Seus pais, na tentativa de fazê-lo comer de tudo, nem sempre revelavam todos os ingredientes contidos nas receitas de família. Como mecanismo de defesa, o pequeno italiano começou a reconhecer o cheiro dos alimentos e seu olfato ficou tão apurado a ponto de ele adivinhar a maioria dos ingredientes de um prato.

Mas o gosto pela culinária só começou bem mais tarde, aos 14 anos, quando foi morar em um internato na Suíça. “A comida era péssima. Não comia na hora das refeições e sempre ficava com fome mais tarde”, lembra. Foi então que Nino e seus colegas começaram a comprar no supermercado perto do colégio massas, tomates enlatados, queijo parmesão e outras iguarias importadas de sua terra natal. Nino dava início à sua verdadeira paixão: cozinhar. Dentro do quarto do internato, ele montou um pequeno fogão elétrico onde inventava suas receitas. Os colegas de classe logo elegeram o quarto dele como o quartel general para os encontros festivos da turma, claro, com direito a receitas exclusivas preparadas pelo jovem gourmet. Quem não gostou nada, nada foi a diretora que, quando tomou conhecimento dos encontros, confiscou o fogão. Não intimidada pela ofensiva, a turma fez uma “vaquinha” e comprou outro fogão elétrico e outro e outro, sempre que o aparelho era tomado pela intrépida comandante da rígida instituição.

E a fama de Nino como cozinheiro oficial do grupo foi ganhando corpo, ajudada pela descoberta de uma passagem secreta para a cozinha. Foi assim que começaram a incrementar ainda mais as receitas com especiarias guardadas a sete chaves na geladeira como pastas, salames, queijos e tudo mais.

Nino é um autodidata na cozinha. Não aprendeu o que sabe em nenhum curso sofisticado para chefs ou coisa parecida. O talento brotou de dentro, da inspiração pelas receitas de sua mãe, cozinheira por excelência, ou no gosto apurado de seu pai, um gastrônomo viajante que conhecia diversas cozinhas pelo mundo afora. Nino deu sorte de ter também uma empregada com mãos de fada, que trouxe para Milão as receitas da Emília, região famosa pela gastronomia. “Aprendi muita coisa com ela”, confessa.

Foi natural que essa curiosidade por novos sabores o levasse a viajar muito e assim conhecer os melhores restaurantes e seus melhores pratos. Ele chegou mesmo a comandar uma fábrica de molhos para massas na cidade de Marbella, no sul da Espanha. Sua formação em física e MBA em finanças o ajudou muito nesta empreitada, pois a partir de cálculos precisos e balanças, inventou novos métodos para cozinhar e para dosar a concentração dos pratos.

“Sou muito científico. Não acredito em tudo o que é convencional. Sempre questionei as técnicas existentes e por isso inventei minha própria técnica, minha própria cozinha, sem nunca ter ido a uma escola de gastronomia”, afirma o gourmet.

Aos 60 anos, ele já morou na Tailândia, em Hong Kong, na Suíça, na Itália, na França, na Bélgica, na Espanha, nos Estados Unidos, no Canadá e no Brasil. “Essa vivência em outros países me ensinou a aplicar técnicas de outras cozinhas avançadas, como a oriental, nas minhas receitas italianas regionais clássicas”, explica.

Chegando a Salvador, Nino abriu seu primeiro restaurante, o Pasta Fast, no bairro do Rio Vermelho. Antes, só cozinhava para si e para amigos. O sucesso do lugar foi grande e Sindona conquistou uma clientela fiel às suas receitas, a exemplo do inigualável molho pesto ou do tradicional spaghetti alla carbonara.

Com o sucesso de três lojas em Salvador e uma em Feira de Santana, Nino Sindona só tem a comemorar! “Não quero um cardápio extenso, como muitos restaurantes, no qual apenas dois ou três pratos sejam muito bons ou ‘famosos’, e os outros pratos sejam apenas ‘regulares’, para rechear as páginas. Todos nossos pratos são feitos com excelência, porque meu lema sempre foi: ou um prato é perfeito, ou não vai entrar no meu cardápio!” diz o gastrônomo italiano, que trouxe um pedacinho de sua Itália para nós, baianos e sergipanos.
 

Salvador
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Feira de Santana
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